Bem... Aqui está a postagem sobre o cortiço que pediram na sala para que possa abrir para comentários. Fiquem a vontade para postarem o que acharem relevante.
É muito bom perceber o envolvimento de todos com a leitura do livro. As apresentações desses capítulos iniciais foram muito boas. Ao mesmo tempo em que a história vai sendo contada, uma série de elementos e/ou características estão sendo levandadas. A contribuição de cada um de vocês enriquece a abordagem para todos. E o resultado não poderá ser outro, senão o sucesso, por exemplo, no Vestibular. Cito como exemplo, um ponto que um dos colegas chamou atenção: o mundo de O cortiço é sensorial - percebemos pelo olfato, pelo tato, pela audição e pela visão. Além disso, o narrador mergulha nos mínimos detalhes. Abraço
ele é de fato muito detalhista como pode-se perceber ema lguns capitulos quando ele descreve cada traço do cortiço em evolução das pessoas e ate mesmo dos dias mostrando ainda que ele sempre coloca em pauta o determinismo transformando as pessoas, abrasileirando elas, etc.
É isso, Denis. Observe que a trnsformação das pessoas nunca as leva a melhorar, mas sempre à deterioração, ao rebaixamento, conforme postula a teoria determinista. Abraço
Como por exemplo o caso de Jerônimo, um trabalhador exemplar vindo de Portugal, que vê aqui no Brasil a oportunidade de ganhar dinheiro,e ter uma vida melhor, e com o decorrer do livro podemos perceber que ao se instalar no cortiço ele perde seus costumes como bem Denis falou, vai se abrasileirando, e se perdendo de amores por Rita Baiana.
Voltei! Muito bons os comentários postados. Quanto à proposta de caracterizar os personagens, é uma boa ideia, mas para vc mesmos fazerem. Partindo de vocês, o resultando será uma melhor apreensão sobre os personagens e a totalidade do livro, o que é muito bom. Nesse, eu apenas acrescentaria, se necessário. Abraço
Agora, que estamos voltando do recesso, temos muito para postar, acredito. Quero que escrevam o máximo que puderem. É uma eficiente forma de estudar, de trocar experiências com os colegas. Abraço
Cadê os comentários sobre O cortiço? Gente, conhecimento se constrói socializando o que sabemos. Observem o título do capítulo que escrevi sobre O cortiço: Lendo o cortiço pelo viés dos sentidos - olfato, visão, tato. Você sente que o cortiço fede (olfato), ouve o zunzum (audição), vê Estela uivando debaixo do inimigo odiado (visão). Então, deixe seu comentário. Abraço
É um aspecto importante o autor descrever o cortiço dessa forma, pois só assim podemos perceber traços marcantes representados no livro, dai então podemos ter uma noção mais exata do que é a vida no cortiço. Acrescentando: O livro mostra a realidade de uma vida cotidiana da sociedade fluminense, e mostra traços de uma sociedade onde nós podemos perceber as diferenças socioeconomicas, como por exemplo o Miranda que se torna barão, e desperta o sentimento de inveja do João Romão, que daí então começa a almejar o titulo não só de Barão, mas sim de Visconde para se tornar superior à Miranda. Continuem Postando!
Um ponto interessante do livro é o zoomorfismo, quando o autor diz, por exemplo, que os moradores do cortiço são animais cansados, bestas no coito... Outro ponto é a imensa preocupação de João Romão de aumentar os seus bens cada vez mais, não importando como iria fazer isso; como disse o autor:" Aquilo já não era ambição, era uma moléstia nervosa, uma loucura, um desespero de acumular e de reduzir tudo a moeda". O cortiço também mostra aquele ditado: 'não há um mal que não leve a um bem' isso se ver na mudança da estrutura do cortiço depois do incêndio. Ele serviu para que João Romão reformasse o cortiço para melhorar a vida dos seus moradores, que já não era mais aquela 'ralé'.
Bom, Valber e Crislayne. Muito bons os comentários. Agora, Crislayne, observe que a melhora do cortiço não revela preocupação de João Romão de melhorar a vida dos moradores do cortiço; na verdade, ele começa a fazer uma seleção natural por condição econômica. É ele o único que sai ganhando. Ele se utiliza do meio, não se submete a ele e explora todos que se inserem nesse meio (cortiço). Abraço
O determinismo é um aspecto bem visualizado no livro,com inumeros exemplos, pombinha, jerônimo, provavelmente a filha de piedade,onde pombinha repete o que leonine fez com ela.
O tema é a ambição e a exploração do homem pelo próprio homem. De um lado João Romão que aspira à riqueza e Miranda, já rico, que aspira à nobreza. Do outro, a gentalha, caracterizada como um conjunto de animais, movidos pelo instinto e pela fome
É muito bom perceber o envolvimento de todos com a leitura do livro. As apresentações desses capítulos iniciais foram muito boas. Ao mesmo tempo em que a história vai sendo contada, uma série de elementos e/ou características estão sendo levandadas. A contribuição de cada um de vocês enriquece a abordagem para todos. E o resultado não poderá ser outro, senão o sucesso, por exemplo, no Vestibular.
ResponderExcluirCito como exemplo, um ponto que um dos colegas chamou atenção: o mundo de O cortiço é sensorial - percebemos pelo olfato, pelo tato, pela audição e pela visão. Além disso, o narrador mergulha nos mínimos detalhes.
Abraço
ele é de fato muito detalhista como pode-se perceber ema lguns capitulos quando ele descreve cada traço do cortiço em evolução das pessoas e ate mesmo dos dias
ResponderExcluirmostrando ainda que ele sempre coloca em pauta o determinismo transformando as pessoas, abrasileirando elas, etc.
É isso, Denis. Observe que a trnsformação das pessoas nunca as leva a melhorar, mas sempre à deterioração, ao rebaixamento, conforme postula a teoria determinista.
ResponderExcluirAbraço
Como por exemplo o caso de Jerônimo, um trabalhador exemplar vindo de Portugal, que vê aqui no Brasil a oportunidade de ganhar dinheiro,e ter uma vida melhor, e com o decorrer do livro podemos perceber que ao se instalar no cortiço ele perde seus costumes como bem Denis falou, vai se abrasileirando, e se perdendo de amores por Rita Baiana.
ResponderExcluirProfessor o senhor nn quer caracterizar cada personagem principal não ? ;D
ResponderExcluir- Karla Maria ;
Livro muito interessante! Acho que o Detalhismo é um ponto essencial para estimular o leitoor a não desistir da leitura, rs.
ResponderExcluirVoltei!
ResponderExcluirMuito bons os comentários postados. Quanto à proposta de caracterizar os personagens, é uma boa ideia, mas para vc mesmos fazerem. Partindo de vocês, o resultando será uma melhor apreensão sobre os personagens e a totalidade do livro, o que é muito bom. Nesse, eu apenas acrescentaria, se necessário.
Abraço
Agora, que estamos voltando do recesso, temos muito para postar, acredito. Quero que escrevam o máximo que puderem. É uma eficiente forma de estudar, de trocar experiências com os colegas.
ResponderExcluirAbraço
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirCadê os comentários sobre O cortiço? Gente, conhecimento se constrói socializando o que sabemos.
ResponderExcluirObservem o título do capítulo que escrevi sobre O cortiço: Lendo o cortiço pelo viés dos sentidos - olfato, visão, tato. Você sente que o cortiço fede (olfato), ouve o zunzum (audição), vê Estela uivando debaixo do inimigo odiado (visão).
Então, deixe seu comentário.
Abraço
É um aspecto importante o autor descrever o cortiço dessa forma, pois só assim podemos perceber traços marcantes representados no livro, dai então podemos ter uma noção mais exata do que é a vida no cortiço.
ResponderExcluirAcrescentando: O livro mostra a realidade de uma vida cotidiana da sociedade fluminense, e mostra traços de uma sociedade onde nós podemos perceber as diferenças socioeconomicas, como por exemplo o Miranda que se torna barão, e desperta o sentimento de inveja do João Romão, que daí então começa a almejar o titulo não só de Barão, mas sim de Visconde para se tornar superior à Miranda.
Continuem Postando!
Um ponto interessante do livro é o zoomorfismo, quando o autor diz, por exemplo, que os moradores do cortiço são animais cansados, bestas no coito... Outro ponto é a imensa preocupação de João Romão de aumentar os seus bens cada vez mais, não importando como iria fazer isso; como disse o autor:" Aquilo já não era ambição, era uma moléstia nervosa, uma loucura, um desespero de acumular e de reduzir tudo a moeda". O cortiço também mostra aquele ditado: 'não há um mal que não leve a um bem' isso se ver na mudança da estrutura do cortiço depois do incêndio. Ele serviu para que João Romão reformasse o cortiço para melhorar a vida dos seus moradores, que já não era mais aquela 'ralé'.
ResponderExcluirBom, Valber e Crislayne. Muito bons os comentários. Agora, Crislayne, observe que a melhora do cortiço não revela preocupação de João Romão de melhorar a vida dos moradores do cortiço; na verdade, ele começa a fazer uma seleção natural por condição econômica. É ele o único que sai ganhando. Ele se utiliza do meio, não se submete a ele e explora todos que se inserem nesse meio (cortiço).
ResponderExcluirAbraço
e ele tbm reconstruiu o cortiço nao so com o dinheiro do seguro mas sim de outro morador do mesmo que ele roubou enquanto fugia do incendio
ResponderExcluirQuem é João Romão? Acrescente uma, duas palavras que o caracterizem. "Inescrupuloso".
ResponderExcluir"Exemplo do Capitalismo" (conta como 2 palavras sendo do=perposição? =P XD
ResponderExcluirCretino.
ResponderExcluirAhh, Adalberto. Obrigada por esclarecer a questão da reforma do cortiço :)
ResponderExcluirJoão Romão é um homem malandro e aproveitador.
Burguês.
ResponderExcluirO determinismo é um aspecto bem visualizado no livro,com inumeros exemplos, pombinha, jerônimo, provavelmente a filha de piedade,onde pombinha repete o que leonine fez com ela.
ResponderExcluirO tema é a ambição e a exploração do homem pelo próprio homem. De um lado João Romão que aspira à riqueza e Miranda, já rico, que aspira à nobreza. Do outro, a gentalha, caracterizada como um conjunto de animais, movidos pelo instinto e pela fome
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